quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Calendário - Novembro - CJSBH
Oratório Festivo Bartolomeu Garelli – Aos domingos – 13 às 17 horas
DATA NOVEMBRO
01(Dom) Oratório Festivo Bartolomeu Garelli0
2(2ª ) Feriado - Finados03
3(3ª ) 03 a 09 -Retiro Anual dos Salesianos - C.Campo
Aniversário do educador Rodinele
Início do Módulo de Modelagem do Vestuário0
4(4ª ) Reunião Formativa Educadores: Avaliação CJS
Apresentação do Projeto de Teatro – E.E. Alice Nacife – 15 às 16h0
5(5ª ) Quinta Cultural – Diálogos da Juventude -3º objetivo do Milênio – 19 às 21:30h0
6 (6ª ) Encaminhamento do projeto Social 2010 do CJS para a ISJBApresentação do Projeto de Teatro – E.E. Alice Nacife – 19 às 20h0
7 (Sáb ) Encontro de Educadores Voluntários – Local: C.J. Dom Bosco – 11 às 17h0
8 (Dom ) Oratório Festivo Bartolomeu Garelli0
9(2ª ) Reunião de Articuladores – 9h Local: ISJB – Amigo Oculto dos educadores – 13h
10 (3ª ) Celebração – Resp: Educador Alex
11(4ª ) Encontro de Educadores Sociais do SSEP – Local: Colégio Salesiano – 8 às 17h
12(5ª ) Quinta Cultural – Diálogos da Juventude – 15 às 17h
Avaliação dos educandos do Pré-enem – 18h
13(6ª ) Reunião da Comissão SSEP – 8 às 17 horas
14 (Sáb) Aulas pré-vestibular e Pré-enem
15 (Dom) Feriado - Proclamação da República
16(2ª ) Avaliação dos educandos do Supletivo – 21h – Visita do Inspetor Pe. Nilson – 13h
17(3ª ) Atividade de formação,recreação e confraternização para educandos do Lar de Eva Visita a casa com educandos e educadores e entrega dos alimentos – 14 às 17h
18 (4ª ) Reunião Formativa Educadores: Avaliação CJS –Encontro de Famílias – 19h Exposição de Máscara do Projeto de Teatro 16:30 - 19:30- 20:30
19(5ª ) Quinta Cultural – Aula Criativa – Avaliação educandos do Pré-vestibular – 21h
20 (6ª ) Dia Nacional da Consciência Negra
21 (Sáb )
22 (Dom ) Oratório Festivo Bartolomeu Garelli
23 (2ª ) Avaliação educandos Corte e Costura e Modelagem – 16h e 18 h
24(3ª ) Celebração – Resp: Avilmar25 (4ª ) Reunião Formativa Educadores: Avaliação CJSAvaliação educandos do Teatro – 16h e 19h
26(5ª ) Quinta Cultural – Quadra – Encontro CDI – Participação: Rose e Alex
27(6ª ) Encontro CDI – Participação: Rose e Alex28
(Sáb ) Provas Telecurso 200029(Dom ) Provas Telecurso 2000
30(2ª ) Avaliação educandos de Informática – 16h – 19h – 21h
Poderá, eventualmente, ocorrer alterações – Rosilene de Brito – Coordenação Educativa e Pastoral
terça-feira, 13 de outubro de 2009
GRUPO DE ESTUDOS - LIVROS DA UFMG
O educando Hugo Carlos iniciou as atividades orientando os estudos da obra Sermões da Sexagésima do Pe. Antônio vieira.
As atividades acontecem nas biblitoecas do Centro Juvenil Salesiano (nas quartas-feiras) e na biblioteca do Centro Cultural Pampulha, aos sábados.
Na próxima quarta-feira, dia 14/10/2009 será a vez da educanda Nathalya Marinho orientar sobre a obra Bom Crioulo, de Adolfo Caminha.
veja abaixo os estudos feitos pelos educandos.
Livro: Bom Crioulo (Estudo feito por Nathalya Marinho)
Livro: Sermão da Sexagésima (Estudo feito por Hugo Carlos)
Fonte: Biblioteca do CJSBH
Palavras-chave: estudos de obra - biblioteca- educandos - pré-vestibular
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
VOCÊ JÁ FEZ SEU PARA CASA? (POR ADRIANO GOULART)
O dia começa e Fernanda inicia sua pesada rotina. Estudos, trabalho, cuidar da saúde, da beleza, família, amigos, relacionamentos, compras, transportes, ufa!!!.. Tudo que a maioria das pessoas passa todos os dias. Não demora muito e Fernanda se vê às claras com tudo de errado e absurdo e corrupto que acontece na sociedade e refletindo, sofre com o fato dela sozinha não conseguir mudar muita coisa. O que fazer então?
Existem várias formas de você fiscalizar. Ler jornais ou assisti-los na televisão e ficar atento aos nomes de políticos que aparecem por lá é uma boa opção. Procure saber se estão falando coisas boas ou ruins desse político. Se aparece alguma informação nesse jornal sobre o seu representante ou que você deseja votar.
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Adriano Goulart - Bibliotecário
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
VOCÊ QUER GASTAR A SUA VIDA COM O QUÊ? (POR ETIENE EGG)
Não podemos perder de vista nossos objetivos, nosso futuro, mas devemos ter a consciência de que o único tempo que temos para ir até lá é o tempo presente, o “hoje”. Isso pode parecer assustador às vezes, mas é bem simples.
Como você pretende estar daqui a uns dez anos? Casado, solteiro, com um emprego bacana, um carro legal, na faculdade ou com uma profissão de respeito. É assim que começamos a construir o nosso projeto de vida, a partir do objetivo. Em seguida, traçamos o caminho pelo qual pretendemos seguir para chegar lá.
Mas é importante lembrar que nossa vida é dinâmica e, como o projeto de vida tem a ver com a gente, ele também pode sofrer alterações. Não há, nessa idéia, nada que seja imutável. O que existe é, na verdade, a possibilidade de se construir um futuro melhor, com bases sólidas, a partir de hoje.
E então? Com o que você pretende gastar esse bem valioso que é a sua vida? Procure responder e, quando conseguir, comece logo a construção do seu projeto de vida.
Etiene Egg.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
PRIMEIRO EMPREGO PARA JOVENS - OPORTUNIDADE
1º emprego para nossos jovens da Região Metropolitana, por meio do Projeto MEU EMPREGO. Haverá uma seleção de 100 jovens de idade entre 18 e 23 anos para trabalho de atendente de lanchonete, conforme o Programa abaixo: SELEÇÃO DE JOVENS PARA 1º EMPREGO CARGO: Atendente de Lanchonete; IDADE: 18 a 23 anos; VAGAS: 100; HORÁRIOS DE TRABALHO: 00h/08h ou 16h/00h (50 para cada turno); EXPERIENCIA: Não é exigida; DOCUMENTAÇÃO: RG, CPF, Cart trabalho, Titulo Eleitor e Cert Reservista (homens); ESCOLARIDADE: Ensino Médio completo ou que estejam cursando; - Os jovens interessados deverão enviar um e-mail para: meuempregomg@gmail.com informando os seguintes dados: nome completo e telefones celular e fixo para contato. - Os jovens cadastrados serão entrevistados nos dias 21 (Segunda) e 23 Set (Quarta) nos horários de 14h ou 15h30, na Associação RendaEmprego na Rua São Paulo, 1329, Centro de BH, quase esquina de Av. Bias Fortes, próximo da Igreja Assembléia de Deus. - Somente serão entrevistados aqueles que enviarem os dados para o e-mail: meuempregomg@gmail.com Fonte: Walfredo Rodrigues - Rede Mineira da Cidadania meuempregomg@gmail.com - www.redemgcidadania.org.br Informação: Sônia Souza Palavra-chaves: primeiro, emprego |
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
EDUCANDOS DO CJSBH DIALOGAM SOBRE A AIDS, MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
EDUCANDOS DO PRÉ-VESTIBULAR CRIAM GRUPO DE ESTUDOS DOS LIVROS DO VESTIBULAR
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
EDUCANDOS DO CJSBH NA CONSTRUÇÃO DE UMA CULTURA DE PAZ
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O objetivo do encontro do último dia 9 de
setembro foi apresentar a proposta aos representantes das escolas públicas da região, para que eles escolham os alunos que vão participar da apresentação teatral e das rodas de conversa previstas no projeto. CENTRO JUVENIL SALESIANO TEM NOVO ARTICULADOR SOCIAL
Assumiu Etiene EGG, jornalista, com experiência de trabalho com jovens, e estará a frente das ações de articulação dessa unidade garantindo visibilidade e integração com as instituições parceiras e toda comunidade educativa.
Fonte: CJSBH
Gestor da Informação: Adriano Goulart (Gestor do Site)
quinta-feira, 16 de julho de 2009
ALTERNATIVA PARA HUMANIZAÇÃO DO SISTEMA PRISIONAL
No mês de junho, 70 presos comemoraram em Nova Lima (MG), o aniversário de seis anos de mais um Centro de Reintegração Social que se utiliza do método da Associação de Proteção e Assistência ao Condenado (Apac) – uma espécie de presídio humanista, onde não há polícia, em que os presos - chamados de recuperandos -, além de passarem por uma rotina intensa de atividades para a sua recuperação, têm as chaves da porta da rua.
O método foi idealizado em 1972 pelo advogado paulista Mário Ottoboni, como uma extensão do trabalho da pastoral carcerária, com o objetivo de amenizar constantes rebeliões na cadeia pública de São José dos Campos, em São Paulo. Em 1974, a associação ganhou personalidade jurídica e hoje é uma entidade de direito privado, que trabalha em parceria com o Poder Judiciário.
A Apac tem por objetivo a valorização do preso, oferecendo condições de recuperação através da participação da sociedade, que ganha com a menor reincidência de crimes. O método encontrou maior acolhida na cidade de Itaúna, Minas Gerais, onde foi instalado o primeiro centro em resposta às constantes rebeliões de presos.
A idéia é fortemente estimulada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, através do Projeto Novos Rumos para a Execução Penal, que teve início em 2001 e cujo objetivo é fomentar a instalação do método APAC como alternativa de humanização do sistema prisional no estado.
Hoje são cerca de 50 entidades que se utilizam do método Apac em Minas Gerais, algumas dispondo de um prédio próprio, como no caso de Nova Lima e Itaúna, outras, se utilizando do método dentro dos presídios comuns. No Brasil, temos perto de 100 Apacs. Outros 19 países já implantaram o método, entre eles, Estados Unidos, Argentina, Peru, Chile, Noruega, Austrália, Alemanha, Inglaterra, Coréia do Sul, Cingapura, entre outros.
Prisão e arte
Convidado para fazer as imagens de uma cartilha sobre a Apac pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais, o fotógrafo Rodrigo Albert teve contato, na época, com um dos primeiros presídios humanistas do país, em Itaúna.
Oito anos depois, Rodrigo Albert planeja o lançamento de um livro de fotos, um documentário e uma exposição que acontecerá na França, no próximo mês, que ele batizou de "Inserção", trabalho que registra imagens de presos em prisões que adotam o método Apac.
"Eu queria ajudar mas não sabia como. Aí percebi que a fotografia já estava ajudando. Que eu podia, com elas, divulgar o método e ainda mostrar aquelas pessoas através da arte", conta. "Queria mostrar os presos como nunca foram mostrados. A prisão é um tema muito explorado, mas queria dar vida a isso", explica.
Para se aproximar da vida dos presos, Rodrigo chegou a dormir no presídio numa cela com 33 recuperandos. Ele conta que teve medo no início. "Na Apac não tem polícia, senti medo do novo", confessa. Mas num segundo momento, ele diz que a reflexão serviu para conter seu receio. Em suas fotos, feitas com cores fortes, os recuperandos são mostrados de maneira positiva.
Apoio
O desembargador e coordenador do Projeto Novos Rumos, Joaquim Alves de Andrade, é um entusiasta do método. Na coordenação do projeto há nove anos, Andrade afirma que, enquanto o Estado gasta cerca de R$ 2.000,00 por mês com um preso comum, a Apac gasta R$ 375,00 por preso. Um dos segredos, explica ele, é a participação da comunidade. "Não temos gastos com vigilância, a direção é voluntária, recebemos doações de vestuário, comida, e os presos contribuem com o seu trabalho", conta.
Os resultados são eficazes. Segundo dados do Novos Rumos, a reincidência nunca é superior a 10% nos presídios Apac, contra 80% do sistema comum. Para Joaquim Alves, o segredo é o método: "dificilmente um preso que passa por aqui volta a delinqüir. Ele aprende a se transformar de criminoso em cidadão. A Apac é mais escola do que um presídio", explica.
Para tanto, a associação utiliza-se de um método que consiste em 12 elementos fundamentais: a participação da comunidade; a ajuda mútua entre os recuperandos; o trabalho dos sentenciados; cultos religiosos; a assistência jurídica; a assistência à saúde; a valorização humana, cursos profissionalizantes e uma alimentação balanceada; a proximidade das famílias; o estímulo ao voluntariado; a construção de centros de recuperação próximos ao domicílio dos apenados; progressões de penas e um encontro anual onde se tem palestras e testemunhos religiosos.
Para todos
Qualquer preso que tenha cometido qualquer tipo de crime pode fazer parte da Apac. Os centros têm espaço para os sentenciados nos regimes fechado, aberto e semi-aberto, sendo mantidos separados e com direitos e privilégios diferentes.
Toda a Lei de Execução Penal (LEP), em todos os seus artigos, é respeitada. Segundo a juíza de direito substituta de Nova Lima, Perla Saliba Brito, os presos mais antigos do sistema comum são informados sobre o método Apac e é feita uma entrevista. "Se os psicólogos percebem que o preso está disposto a seguir regras disciplinares, se quer trabalhar e se quer não ser policiado, é transferido para a APAC", explica.
No entanto, uma vez que o preso chega ao sistema alternativo, não quer dizer que ele vá cumprir toda a sua pena lá. Na Apac, não se perde o caráter punitivo da pena. Para ficar no método, o preso tem de cumprir inúmeras regras, em que ele vai acumulando méritos. Segundo o recuperando M.B., preso há cinco anos, há horários rígidos para acordar, dormir, obrigações de manter a limpeza do local, trabalhar, estudar, freqüentar a assistência psicológica, e gírias e apelidos não são aceitos,. "Nós deixamos todas as humilhações que sofremos pra trás. Evitamos até mesmo a falar sobre o crime que cometemos. Olhamos para frente", conta.
Na Apac é estimulada a auto-disciplina e a auto-regulação, que são conseguidas através de um intenso trabalho de responsabilização dos presos, do estímulo à convivência em grupo e das atividades educacionais e religiosas. Há o Conselho de Sinceridade e Solidariedade (CSS), formado por outros recuperandos e a direção da casa, que analisam as faltas e os méritos dos recuperandos. As penas são aplicadas pelo CSS, que passam as informações para o juiz da Execução Penal.
Além disso, os presos passam por um estágio probatório. Caso não se adaptem às normas, são novamente transferidos para o sistema comum. "É o caso de uso de drogas, por exemplo", conta Perla Brito. "Quando ficamos sabendo que alguns presos do semi-aberto que trabalhavam na rua estavam fazendo uso de drogas, eu os regredi para a penitenciária", diz. Para ela, os presos têm de aprender a valorizar o método. "É o melhor lugar para se cumprir pena no Brasil. É a luz no fim do túnel", ressalta.
O recuperando W.L., preso há um ano e um mês, concorda. "No sistema comum a gente fica com a cabeça misturada. Chega aqui você é livre. A gente já nota a diferença. Não tem nem comparação. Isso aqui te tira do crime", diz. W.L. nunca pensou em fugir: "aqui eu fico preso pela mente, eu quero mudança pra mim mesmo", reflete.
O recuperando R.L.T. tem uma experiência parecida. Segundo ele, na APAC, os recuperandos vão aprendendo os valores que se perderam ao longo de suas vidas. "A gente chega do sistema comum com a cabeça totalmente poluída. Eu tive uma inversão de valores, estou me reestruturando", afirma.
R. foi condenado por manter na sua oficina um desmanche de veículos e hoje trabalha na marcenaria do centro fabricando caminhões e carrinhos de madeira, já tendo recebido diversos prêmios. "Estou construindo tudo o que eu ajudei a desmontar", conta. No futuro, ele pretende abrir uma marcenaria com as aulas que aprendeu na Apac. "É um dom que eu não imaginava que tinha e vim a descobrir aqui", comemora.
Dificuldades
Mas, nem só de sonhos e cores vive a Apac. O recuperando W.J., preso há 14 anos, relembra o quanto foi difícil manter o centro nos primeiros anos: o terreno fora doado pela prefeitura e empresas privadas ajudaram na construção do centro, mas as dificuldades de manutenção eram constantes. "No início, nós chegamos a passar fome, a comunidade não nos queria. Achavam que aqui era um cadeião", conta. A promotora de justiça Elva Cantero, confirma. "Nós, do Poder Judiciário, [que defendiam a idéia da implantação da APAC em Nova Lima] quase fomos linchados num ato público", relembra.
Mas a iniciativa rendeu frutos e, hoje, a Secretaria de Estado e Defesa Social (Seds) auxilia nos pagamentos dos funcionários do setor administrativo, a prefeitura mantém convênios de cessão de água e luz, em troca dos seis mil pães que os presos produzem e vendem para as escolas e hospitais locais, e a comunidade contribui com doação de roupas, alimentos, e com o trabalho voluntariado, base de toda APAC. "Estamos caminhando para a sustentabilidade", comemora Magna Lóis, presidente da Apac.
O centro, que já conta com uma padaria, terá uma fábrica de placa de carros para os recuperandos do regime semi-aberto. No regime fechado, os apenados contribuem com a limpeza dos dormitórios e com tarefas de labor-terapia, uma vez que estão no início da pena e passam por atividades focadas na reflexão.
O recuperando C.D.C., preso há um ano e hoje no regime semi-aberto, conta que está se beneficiando das oportunidades. "Estou aprendendo a viver uma vida digna. Quando estava na cadeia, só tinha duas mentalidades: usar drogas e o celular. Hoje não. Quero fazer um curso profissionalizante. Quero quebrar o gelo entre o presídio e a sociedade. Quero fazer a diferença", sonha.
Veja as fotos do ensaio "Inserção", de Rodrigo Albert
Artigo sobre Apac no site do Fórum Brasileiro de Segurança Pública
Fonte: www.comunidadesegura.org.br
Palavras-chaves: APAC, Recuperando, Nova Lima
Gestor da Informação: Julio Cesar dos Santos – Articulador Social